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Buscar ainda mais resultados na luta por melhores empregos, com melhores condições de trabalho e saúde. Fortalecer nossa representatividade nos locais de trabalho Intensificar a luta com o assédio moral dentro das empresas com maior presença do sindicato onde os trabalhadores estão em atividade. Aliar experiência com ousadia, determinação e responsabilidade, assim como o SINTTEL-MT vem atuando na LUTA POR MELHORES SALÁRIOS. Confira nossa história de luta!

Já existiu um tempo em que tudo era escuro. As pessoas tinham medo de se comunicar. E a comunicação entre os sindicatos e trabalhadores não era possível.  O golpe militar de 1964 impôs aos trabalhadores brasileiros um período de escuridão, repressão política e proibição da liberdade de comunicação. Durante este período, a atividade sindical foi reprimida pela força e muitos sindicatos tiveram seus registros oficiais confiscados destruídos ou perdidos. Mas aos poucos e por pressão da sociedade civil, o país vai retornando à democracia.

E é em respeito aos trabalhadores telefônicos, que lutaram pelos direitos civis, contra exploração e por melhores condições de vida, trabalho e salário que o Sinttel-MT resgata essa história de 42 anos de luta 1965 a 2007.

A organização da categoria teve início com a criação da Associação Profissional dos Trabalhadores em Empresas Telefônicas do Estado de Mato Grosso. Isso correu em 30 de janeiro de 1964, dois meses antes do Golpe Militar. A entidade foi registrada na Delegacia Regional do Trabalho, em Cuiabá, no dia 3 de fevereiro, sob o nº 68. Tendo como seu primeiro presidente Yolando Silva, e já possuindo 157 associados.

A Associação requereu e conquistou a condição de ser Sindicato passando a ser denominado Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Telefônicas do Estado de Mato Grosso.

Dez anos depois, em 30 de dezembro de 1976 a entidade tem sua base estendida e ganha a denominação de Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operadores de Mesas Telefônicas no Estado de Mato Grosso.

Diretoria

Nos últimos dois anos de mandato no Sinttel-MT, a presidente Ilca Nunes Guerra afastou-se da direção no período de gravidez, tendo assumido o vice-presidente Manoel Pereira da Costa.

Ele ficou de 1979 a 1988. Era um período muito difícil, por conta do regime militar. O regime não nos permitia fazer grandes movimentos. Mas Ilca e Manoel lutaram. Presenciaram uma grande mudança que beneficiou as mulheres: o aumento do período de licença maternidade.

Manoel transferiu o cargo a José Olímpio, que dirigiu o sindicato de 1988 a 1991. José Vicente Marques assumiu a vice-presidência. Juntos conquistaram o pagamento de adicional de periculosidade, que as empresas não pagavam, mas era direito do trabalhador. Também melhoraram a estrutura física da sede. Tickets alimentação, plano odontológico, facilidade em empréstimos através do sistema de seguridade do Sistema Telebras (Sistel). Havia uma gama de benefícios que complementavam salários e era preciso lutar em favor da manutenção desses benefícios.

Também teve o início da construção da Colônia de Férias, em Chapada dos Guimarães, cujo nome homenageia o telefônico Divonsir Oliveira do Nascimento.

Olímpio passou o bastão para o seu vice-presidente, José Marques, dirigindo a entidade de 1991 a 1994 e depois em 1997 a 2000, de 2000 a 2003, e de 2003 a 2006.  Sua experiência sindical e bagagem de longos anos  foram importantes para a entidade.

Como sindicalista, Marques vivenciou um dos processos mais drásticos da categoria: a transição das empresas de economia mista para grupos privados.

De 1994 a 1997, assumiu Roberto Fernandes. Nesse período, ele vivenciou o início do processo de terceirização. Junto vieram as perdas de direitos. Mais de 300 pessoas foram demitidas. No Brasil foram mais de 30 mil pessoas. Havia mais de 800 funcionários, reduzindo para 40 funcionários. Em 1998, foi o ápice do processo de enxugamento e reestruturação. Trabalhadores com consciência de classe foram substituídos. Houve uma resistência inclusive das empresas de reconhecer a representação sindical.  Os trabalhadores e as entidades passaram a sentir os efeitos da redução do quadro.

Teve aquele momento de receber os colegas para despedida e que foi um processo muito doloroso. Era também um sentimento de revolta. Muitos tinham o sonho de se aposentar na empresa.

Roberto Fernandes, que ficou na presidência de 94 a 97 lembra que as assembleias assistidas por mais de 200 pessoas. E por conta dessa quantidade, as assembleias eram feitas na porta das empresas.

 

Em 2006, assumiu Lauro Siqueira, ficando até 2016. “Defender os trabalhadores é o nosso dever”, destaca Lauro. Em 11 de novembro de 2016 Rodinei Penha foi eleito.    


Sindicato sempre de portas abertas 

O SINTTEL-MT continuará de portas abertas para o trabalhador. Para nós, esta é uma QUESTÃO DE HONRA e que deve ser mantido assim como já vem sendo feito. O nosso SINTTEL-MT esteve à disposição dos trabalhadores para assessorá-lo juridicamente. Sempre esteve ao seu lado para orientá-lo quanto aos direitos trabalhistas. Este é o nosso compromisso.