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 Quando a Telefônica adquiriu a GVT, os trabalhadores de campo já recebiam os valores correspondentes ao aluguel de veículo, valor este utilizado para financiar a compra e/ou para manter os veículos em condições de uso para a execução de serviços prestados pela operadora.


Que as empresas só querem os lucros, todos nós sabemos, mas querer isso a todo custo, inclusive prejudicando os trabalhadores, já é demais. Agora a empresa quer incorporar frota própria retirando dos trabalhadores o direito ao recebimento do agregador, o que vai prejudicá-los drasticamente.

A Telefônica quer pagar apenas o valor mensal de R$ 274,33 como adicional para dirigir veículo, numa tentativa incoerente de compensar o pagamento pela retirada do veículo.

Contudo, não sabemos em qual conta matemática um valor de R$ 274,33 pode substituir o de R$ 1.224,00 recebido há anos pelos trabalhadores. São R$ 949,67 de diferença. Uma vergonha!

Os Sindicatos de Mato Grosso, do Paraná, da Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Goiás, Pernambuco, Ceará, Espirito Santo, Acre, Rondônia e Tocantins, deram um NÃO bem grande à operadora, que pretendia retirar o pagamento do agregador até o final do ano.

Após a rejeição da proposta patronal, os sindicatos reivindicaram que a Telefônica incorporasse o valor de R$ 1.224,00 aos salários ou que pagasse o mesmo valor para os trabalhadores que vão dirigir os veículos da empresa.

Como a Telefônica rejeitou as propostas sindicais e não apresentou avanço para a questão, uma nova rodada de negociação foi marcada para dia 15 de Maio.

A palavra de ordem dos sindicatos é mobilizar as bases. Se necessário vamos paralisar o trabalho, indicando uma Greve nestes estados.

Sem pressão não haverá vitória, por isso se faz mais do que necessário que os trabalhadores se engajem na luta junto ao sindicato.